É difícil entender, mas uma hora vai.
Uma hora a autocrítica entra lá na cabeça e se expande pro coração e pro corpo tudo, tal qual uma luz que ilumina e explica tudo o que somos e o que iremos ser. Quem iremos ser.
Todos e todas nós nos tornamos quem queremos ser, se tentarmos. Não é difícil, tampouco impossível. É o que tem que ser. Pra harmonia do mundo e dos astros e pá. Pra o bem da gente mesmo.
E existe uma luz, uma luz que pode ser da cor que você quiser, te levando pra o lado certo e voce insiste em ir pro errado, qual o problema das pessoas? Talvez tenha sido apagada, retirada, talvez a luz seja os animais, abandonados feito gente pelas ruas.
Eu queria, eu, mudar o mundo. Mas descobri nos bichos que as doses homeopáticas que minha mãe sempre me receitou eram pra tudo mesmo. A gente tem que ir devagar, respirando devagar, ou se afoga.
A gente passa tanto tempo olhando pra trás e não vê a cultura sendo escrita e a história sendo refeita dia a dia. A gente se importa com diploma, com papel, com coisas tão pequenas.. quando poderíamos nos importar com o mundo e com o próximo.
A religião pode até ser o droga do povo. Mas diante de um mundo desses, que mal tem numa fuga passageira?
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